sexta-feira, 5 de abril de 2013

Amar no Espírito (Colossenses 1)


A carta de Colossenses começa com o reconhecimento de Paulo e Timóteo da boa obra que está sendo realizada em Colossos, dos frutos do evangelho, da fé exemplar e do amor em Espírito. Esse último me chamou a atenção. Falar sobre o Espírito Santo é complicado e difícil, mas é importante.
Amar em Espírito implica, deixar de olhar as pessoas com os olhos humanos e olha-las com os olhos do coração, ou seja, amar as pessoas como Deus nos ama. Uma vez que o Espírito - Deus - não faz acepção de pessoas (1 João e Tiago) e nos ama de tal maneira que entregou o seu Filho Unigênito para salvar o mundo (João 3:16).
Quando Jesus é questionado sobre qual é o maior mandamento, ele diz: amar a Deus e amar aos outros. E mais tarde ele nos dá um novo mandamento que é: Ame uns aos outros como eu vos amei. É importante entender como Deus nos ama e o que é amar no Espírito, pois Deus é Espírito, e importa que os teus adoradores o adorem em Espírito e em verdade (João 4:24) e mais, Jesus diz a Nicodemos em João 3, que só entrará no Reino dos Céus aquele que nascer de novo, da água e do Espírito.
Cristianismo não é baseado em externalidades e não pode ser sustentado por elas. Cristianismo vai além do que se vê com os olhos humanos. O amor, o qual Jesus nos sugere compartilhar, precisa ser transmitido e transformar as pessoas que compartilham e que o recebem.
Nos últimos dias de Jesus na terra, Ele disse aos discípulos que estava indo para junto do Pai preparar-nos morada e que enviaria o Consolador, para nos guiar a toda a verdade (João 16:13). E o Espírito sonda os nossos corações, conta pra Deus quais são as nossas aflições, intercede por nós e ensina-nos a orar quando não sabemos.
Só criando uma intimidade e um relacionamento com Deus pra entender como lidar e trabalhar com o Espírito. A Palavra de Deus nos elucida sobre esse assunto e mostra-nos a importância dele.

Fidelidade (Marcos 15: 21-32)


Fidelidade. É o que mais me chama a atenção nesse trecho. De Deus, quando fala: “e isso aconteceu para que se cumpra as Escrituras”. O Salvador já estava prometido há anos, e a maneira como iria acontecer já estava profetizada. Consequentemente, é possível perceber a fidelidade de Jesus ao plano do Pai. Ele optou pela obediência porque sabia da importância e do que aquele ato causaria na humanidade.
Jesus foi fiel também a sua dignidade. A crucificação, por si só, já era uma humilhação ao Criador do universo, não o bastante, muitas pessoas que assistiram insultavam aquele que por amor a elas entregava a sua vida. Contudo, nem uma maldição foi proferida por ele e, Jesus até pode ter querido desistir e acabar com aquilo tudo, entretanto, ele preferiu seguir o plano, ser obediente e derramar o teu precioso sangue em favor da humanidade.
Não foi fácil pra Cristo, mas ele foi perseverante e fiel. E é necessário que entendamos a importância do que ele fez e aprendamos com ele. Que além de fidelidade, obediência e perseverança, a cruz nos ensinou a amar.




"Certo homem de Cirene, chamado Simão, pai de Alexandre e de Rufo, passava por ali, chegando do campo. Eles o forçaram a carregar a cruz.


Levaram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer Lugar da Caveira.

Então lhe deram vinho misturado com mirra, mas ele não o bebeu.

E o crucificaram. Dividindo as roupas dele, tiraram sortes para saber com o que cada um iria ficar.

Eram nove horas da manhã quando o crucificaram.

E assim estava escrito na acusação contra ele: O REI DOS JUDEUS.

Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro à sua esquerda,

e cumpriu-se a Escritura que diz: "Ele foi contado entre os transgressores".

Os que passavam lançavam-lhe insultos, balançando a cabeça e dizendo: "Ora, você que destrói o templo e o reedifica em três dias,

desça da cruz e salve-se a si mesmo! "

Da mesma forma, os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei zombavam dele entre si, dizendo: "Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo.

O Cristo, o Rei de Israel... Desça da cruz, para que o vejamos e creiamos! " Os que foram crucificados com ele também o insultavam. "

Marcos 15:21-32

Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho


Sempre quis ler os livros clássicos, aqueles que todos conhecem a história mas que poucos leram a original. Ano passado finalmente li o tão aclamado Romeu e Julieta. Uma linda história.
Esse ano foi a vez da meiga e inocente Alice. Comprei um exemplar de colecionador na Bienal do Livro de 2012. Outra ótima história, na qual prevalece a loucura e a fantasia. A todo instante a guria Alice topa com personagens exóticos e que por diversas vezes a tiram do sério com teus modos nada corteses.
É espantosa a diferença dos filmes das Disney, ótimos mas pouco fiéis, com a obra original de Lewis Carroll. A começar pela mistura das duas histórias nos filmes. E o fato mais grave ocorreu com o segundo filme que pouco tem a ver com a história, nem os personagens e suas características foram mantidas.
Tenho minhas dúvidas da necessidade de mudar a história original para realizar uma adaptação cinematográfica, entendo que é necessário ignorar algumas partes por causa do fator tempo.
Voltando para a história, a narrativa é por demais confusa em muitas partes, principalmente quando se trata dos diálogos. Há sempre poesias que ninguém entende e conversas que confundem Alice e nós. Mas tudo isso é envolto de humor. E é essa confusão e desordem que fazem a beleza da narrativa.